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23.1.09
Entrando no Blog dos Blogs
BlogBlogs.Com.Br
Trinity 18:33
20.1.09
E, por falar em bosta, a nossa amiga globo apagou os posts de setembro a dezembro... E eu, que sou uma garota esperta, não tinha cópia nenhuma!!!
Trinity 04:07
Algo desconexo
Que saudade eu sinto de fazer poesia! Ei, grande amor da minha vida, encosta cá só um cadinho, só pra eu ter aquele tipo de saudade que faz poesia nascer do asfalto e do concreto que nem flor em bosta de elefante...
Trinity 04:06
26.9.08
A pele sem teu toque resseca, racha, rasga, sangra e morre. E depois renasce só pra sentir falta.
Trinity 04:56
25.9.08
Sobras de mim
A falta que faz teu colo feito um ninho
A falta que faz tua cama feito um lar
A falta que faz teu sorriso feito um porto
A falta que faz teu abraço feito um cais
A falta que faz tua falta ser mentira
A falta que faz tua presença ser alívio
A falta que faz teu perfume ser saudade
A falta que faz teu toque ser espasmo
É, de fato, a falta que faz
Um amor qualquer necessário
Um cara qualquer sorrateira fuga
É, sem falta, um erro
Um soneto sem métrica nem rima
Um dia sem fim nem paz.
Trinity 04:07
3.5.08
Da solidão, da tristeza e da saudade.
Solidão é quando se sente a falta de braços te enlaçando e se tornando o único lugar no mundo que te tira do mundo. Solidão é quando nem qualquer braço nem qualquer enlaçar suprimem essa falta.
Saudade é quando se sente a falta daqueles braços te enlaçando e te levando para o único lugar no mundo que te tirava do mundo. Saudade é quando os tais braços e tal lugar são extremamente específicos e (no mais das vezes) não podem mais suprimir essa falta.
Tristeza é quando se sente a falta de braços te abraçando e te teletransportando para fora do mundo e de si próprio. Tristeza é quando não há braços em lugar algum do mundo capazes de suprimir uma falta assim.
Isto posto: ontem estive com frio, sozinha, triste e com saudades de você.
Trinity 04:04
1.5.08
Dos braços que, há vezes, faltam em volta de mim e daqueles dos quais eu, outras vezes, preciso mais que tudo...
A Srta. Solidão e Sra. Tristeza são irmãs gêmeas que ainda acham graça em se fazerem se passar uma pela outra e as duas por uma só.
Só elas veêm graça nisso.
E só elas não percebem que isso não tem, definitivamente, graça nenhuma.
Trinity 04:28
17.4.08
O óbvio
O óbvio é um cara desconhecido e pretensioso. E eu tenho muito medo dele. Pois que o cretino agora anda a dizer-me, e pela boca dos outros, que o que é e o que é não é. Que o que é real é real e o que não é, não é. Que o que é virtual é virtual e não é real.
Babaca! E a frase original nem dele é.
Trinity 01:20
15.4.08
Bem-entendidos
Sejamos exatos. O que há entre nós só tem um nome. Sim, é exatamente este que pensas e pensas "será?".
Se não, como mais vc chamaria essas frases curtas que nem o mais prolixo dos seres poderia chamar lacônicas? Que nome daríamos a àquelas quatro ou cinco palavras que descortinam todo um oceano de significado? O que seria então os minutos on line em que nos encontramos off line e fazem com que meus dia e noite de cansaços infindáveis tornem-se, por fim, ínfimos?
Sim, meu caro, isso é exatamente o que é.
Magia.
(Porque eu passo cada minuto que passo diante da beleza pensando em como contá-la a você.)
Trinity 00:49
5.2.08
Foto-grafia
Quero postar não poesia, nem desejo ou reclamação. Apenas uma foto.
Do teu peito aberto numa rede branca a beira mar. E eu com toda a minha alma a reconhecer nele um porto, a paz.
Trinity 03:37
21.12.07
Demora
Eu só queria que vc não demorasse tanto a chegar na minha vida, sacudindo-a de toda poeira, de toda cabeça e de todo há baixo.
Mentira.
Eu queria que vc chegasse AGORA.
Trinity 03:35
16.9.07
Tempo
Ainda que fosse verdade que o tempo apaga (ou cura) nunca será que o tempo vence.
Ontem eu percebi que, com o tempo, eu não te amava como antes. O tempo passou e algumas coisas mudaram.
Hoje eu percebi que isso não significa, de forma alguma, que eu não te amo ainda. Bastaria um movimento mínimo da vontade e, num só instante, o tempo desvanecer-se-ia e eu te amaria, igual e diferente, de novo. Até mais.
Trinity 21:55
30.4.07
Solidão
Meu coração pesa
Pesa frio como um pássaro morto.
Trinity 00:42
24.2.07
Outro Ano. Novo?
Chega de reclamar do amor e da solidão.
São inexoráveis e contraditórios em si mesmos.
Creio que não amo mais: pelo menos enquanto todos se manterem longe.
Sinto que estarei sempre só: mesmo que todos se mantenham perto.
Daqui pra frente, só eu.
Porque só o amor e a solidão não dependem de mim.
Todo o resto, sim.
Trinity 23:18
27.1.07
Reencontro Dissonante
"Outro dia, o último dia do ano letivo que era pra ser o dia de maior dor do ano e que vc antecipou em um semestre, eu te encontrei. Pela primeira vez em seis meses eu te vi sem ela, sem o brilho dela sobre (ou sob) você. Pela primeira depois que me declarei curada, vi que talvez fosse tudo uma farsa e que todos estivessem dizendo a verdade: vc se afunda e não me parece feliz. Eu te vi, quis te abraçar, quis te pegar no solo, te fazer cafuné e quis poder estar sempre ali. Minto se disser que não quis você. Mas minto se disser que quis, porque eu quis mesmo era poder ver aquele sorriso, daquela noite dia que foi um dos mais felizes do ano. Nessa disjunção de desejo, eu descobri estarrecida, três coisas.
1. Que o amor não acabou, apenas mudou de cor. Agora tá desbotado, mas ainda é amor.
2. Que o amor deixou de ser como era porque vc se afastou e me magoou muito com isso. Vc fez o que foi preciso, mesmo eu dizendo que não precisava.
3. Que pra eu te amar de novo, agora você teria que me conquistar, e isso seria tarefa não muito fácil, já que eu te amava pelos defeitos. Mas não seria tarefa tão difícil, porque eu ainda te amo.
O tempo passa. O amor não. Mas o caminho segue, e eu não quero mais ficar parada te esperando.
Não precisa me seguir, mas por favor, não morra nele de forma estúpida, porque eu ainda estou sozinha, cansada disso e sem forças pra tirar seu corpo da minha estrada."
Trinity 18:39
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Amor é fato?
De um fato, algo suscedeu. Do algo, palavras acalentaram. Das palavras, uma cientista entendeu. E de tudo, arte e poesia quase porto pra mim.
"Enquanto isso navegando eu vou sem paz
Sem ter um porto, quase morto sem um cais" (Veja bem meu bem, Los Hermanos)
viviantrinity@itelefonica.com.br
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VERGONHA NACIONAL

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